segunda-feira, 12 de janeiro de 2009

ESSÊNCIA


Onde estão à ingenuidade de outrora

E a doçura, perdidas?

Com cada dor experimentada

As máscaras encaixadas

E a mente confundida.

Mesmo os poetas mais sábios

E seus poemas mais belos

Sofrem a ação do tempo

Que modela formas,

Cicatriza dores, Marca saudades,

- Amores

Mas se existir uma essência,

Invisível que une passado, presente e futuro,

Sempre que preservada, eterniza.

Essa essência, da doçura e inocência.

É reconhecida em tudo que fica.

2 comentários:

Chrys disse...

Sou fã de criadores e recriadores, e com a essência da palavra, julgo-lhe um. Essa, sem demagogia, é perfeita! Parabéns.

Natália Braga disse...

Olá Crys...muito gentil de sua parte o comentário. Obrigada pela atençao em visitar o blog e ler os poemas...fico feliz que tenahs gostado. Um abraço!